Única celebração ordenada aos cristãos é a comemoração da morte de Cristo; não é festa ostentosa
1 Cor. 11:23-26 “Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti, que o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou um pão, e depois de ter dado graças, partiu-o e disse: ‘Isto significa meu corpo em vosso benefício. Persisti em fazer isso em memória de mim.’ Ele fez o mesmo também com respeito ao copo, depois de tomar a refeição noturna, dizendo: ‘Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue. Persisti em fazer isso, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.’ Pois, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este copo, estais proclamando a morte do Senhor até que ele chegue.”
Luc. 22:19 “Persisti em fazer isso em memória de mim.”
É errado participar em celebrações religiosas que, embora associadas com eventos bíblicos, estão cheias de paganismo
2 Cor. 6:14-18 “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo? E que acordo tem o templo de Deus com os ídolos? Pois nós somos templo dum Deus vivente; assim como Deus disse: ‘Residirei entre eles.’ . . . ‘“Portanto, saí do meio deles e separai-vos”, diz Jeová, “e cessai de tocar em coisa impura”’; ‘“e eu vos acolherei”’.”
Efé. 5:11 “Cessai de compartilhar com eles nas obras infrutíferas que pertencem à escuridão, mas, antes, até mesmo as repreendei.”
1 Cor. 10:21 “Não podeis estar bebendo o copo de Jeová e o copo de demônios; não podeis estar participando da ‘mesa de Jeová’ e da mesa de demônios.”
Veja também o tópico “Ecumenismo”
Natal: Data e costumes são de origem pagã; Jesus não nasceu em fins do mês frio setentrional, de dezembro
“A celebração não foi observada nos primeiros séculos da igreja cristã, visto que o costume cristão, em geral, era celebrar a morte de pessoas notáveis, em vez de seu nascimento, . . . estabeleceu-se uma festa em memória [do nascimento de Jesus] no 4.o século. No 5.o século, a igreja ocidental ordenou que se celebrasse a festa no dia dos ritos mitraístas do nascimento do sol e ao fim das saturnais . . . A maioria dos costumes agora associados com o natal não eram originalmente costumes natalinos, mas eram antes costumes pré-cristãos e não-cristãos adotados pela igreja cristã. As saturnais, a festa romana celebrada em meados de dezembro, forneceu o modelo para muitos dos costumes festivos do Natal. Desta celebração, por exemplo, derivamos os banquetes suntuosos, a troca de presentes e acenderem-se velas.” — The Encyclopedia Americana (New York; 1956), Vol. VI, p. 622.
Luc. 2:1-5 “Ora, naqueles dias saiu um decreto da parte de César Augusto, para que toda a terra habitada se registrasse; . . . e todos viajaram para se registrarem, cada um na sua própria cidade. José, naturalmente, subiu também da Galiléia, da cidade de Nazaré, e foi à Judéia, à cidade de Davi, que se chama Belém, por ser membro da casa e família de Davi, a fim de ser registrado com Maria, que lhe fora dada em casamento, conforme prometido, nesta ocasião já grávida.”
Luc. 2:8, 12 “Havia também no mesmo país pastores vivendo ao ar livre e mantendo de noite vigílias sobre os seus rebanhos. . . . ‘E este é um sinal para vós: achareis uma criança enfaixada e deitada numa manjedoura.’”
“No tempo do nascimento de Cristo, cada mulher e criança devia ir para ser tributada na cidade a que pertencia, à qual algumas tinham de vir de longe; mas, o meio do inverno não era apropriado para essa tarefa, especialmente para mulheres com filho e crianças viajarem. Portanto, Cristo não pode ter nascido no grosso do inverno. Outrossim, por ocasião do nascimento de Cristo, os pastores estavam deitados ao ar livre, vigiando seus rebanhos durante a noite, mas não é provável que isto acontecesse no meio do inverno. E se alguém pensa que o vento do inverno não era tão extremo nestas paragens, deve lembrar-se das palavras de Cristo no evangelho: ‘Oral para que a vossa fuga não se dê no inverno.’ Se o inverno era um tempo tão ruim assim para se fugir nele, não parece ser tempo próprio para pastores estarem deitados nos campos e para mulheres e crianças viajarem nele.” — Works (London; 1672), Joseph Mede, erudito britânico, editado por John Worthington, Discourse xlviii, conforme citado em The Two Babylons (London; 1957), Alexander Hislop, p. 92.
Veja também os tópicos “Cronologia” e “Feriados”
Celebrações pascoais (Easter): Cheias de práticas pagãs, honram a deusa Astorete ou Astarte (Astarté)
“Não há indício da observância da festividade de Easter [nome inglês das atuais celebrações pascoais] quer no Novo Testamento, quer nos escritos dos Pais apostólicos. A santidade de épocas especiais era uma idéia alheia à mente dos primeiros cristãos. . . . O historiador eclesiástico Sócrates (Hist. Eccl. v. 22) [c. 439 E. C.] declara, com perfeita veracidade, que nem o Senhor nem seus apóstolos preceituaram a guarda desta ou de qualquer outra festividade. Ele diz: ‘Os apóstolos não pensavam em designar dias festivos, mas em promover uma vida imaculada e piedosa.’ . . . Esta, sem dúvida, é a afirmação verdadeira do caso.” — The Encyclopœdia Britannica (New York; 1910), Vol. VIII, p. 828.
“Que significa o próprio termo Easter? Não é nome cristão. Leva na sua testa sua origem caldéia. Easter não é senão Astarte . . . a rainha do céu, cujo nome, conforme pronunciado pelo povo de Nínive, era evidentemente idêntico com o atualmente em uso comum neste país. Este nome, conforme encontrado por Layard em monumentos assírios, é Istar. A adoração de Bel e Astarte foi introduzida muito cedo na Bretanha . . . Esta é a história de Easter. As observâncias populares que ainda acompanham o período de sua celebração confirmam amplamente o testemunho da história quanto ao seu caráter babilônico. Os bolinhos quentinhos marcados com uma cruz, da sexta-feira da Paixão, e os ovos tingidos, do domingo da Páscoa ou de Easter, constavam dos ritos caldeus exatamente como agora.” — The Two Babylons (London; 1957), Alexander Hislop, págs. 103, 107, 108.
“Astorete, Anate, Astarte e Aserá são manifestações duma deidade principal da Ásia Ocid. . . . Análoga à Astorete cananéia era a Istar babilônica (a Vênus dos romanos). . . . Muitos eruditos acreditam que o culto da fertilidade teve seu início na Babilônia, cuja Rainha do Céu era . . . Istar.” — Harper’s Bible Dictionary (New York; 1961), págs. 46, 47.
Jer. 7:18 “Os filhos apanham pedaços de pau e os pais acendem o fogo, e as esposas sovam a massa para fazer bolos de oferenda à ‘rainha dos céus’; e há um derramamento de ofertas de bebida a outros deuses para me ofenderem.”
2 Reis 23:13 “Os altos que havia defronte de Jerusalém, que estavam à direita do Monte da Ruína, os quais Salomão, rei de Israel, tinha construído para Astorete, a coisa repugnante dos sidônios.”
“O cristianismo, ao atingir os teutões, incorporou na sua celebração do grande dia festivo cristão muitos dos ritos e costumes pagãos que acompanhavam sua observância da festa da primavera. . . . realizada em honra da morte do inverno, do nascimento dum ano novo e do retorno do sol. Eostur-monath ou mês de Easter, correspondendo ao nosso mês de abril, e, segundo Bede (De Temp. Rat. cap. xv), dedicado a Eostre, ou Ostara, deusa da primavera, deu seu nome ao feriado cristão.” — The Encyclopœdia Britannica (Chicago; 1959), Vol. 7, p. 859.
Veja também o tópico “Feriados”
Exigências do pacto da lei não se aplicam aos cristãos
Rom. 10:4 “Cristo é o fim da Lei.”
Gál. 4:4, 5 “Quando chegou o pleno limite do tempo, Deus enviou o seu Filho, que veio a proceder duma mulher e que veio a estar debaixo de lei para livrar por meio duma compra os debaixo de lei.”
Efé. 2:15 “Por meio de sua carne, ele aboliu . . . a Lei de mandamentos, consistindo em decretos.”
As festividades anuais judaicas terminaram quando o pacto da lei foi substituído pelo novo pacto
Gál. 4:9-11 “Agora que viestes a conhecer a Deus, ou, antes, agora que viestes a ser conhecidos por Deus, como é que retornais novamente às coisas elementares, fracas e mesquinhas, e quereis novamente trabalhar como escravos para elas? Observais escrupulosamente dias, e meses, e épocas, e anos. Temo por vós, que de algum modo eu tenha labutado em vão com respeito a vós.”
Heb. 8:7-13 “Se aquele primeiro pacto tivesse sido sem defeito, não se teria procurado lugar para um segundo; porque ele acha falta no povo quando diz: ‘“Eis que vêm dias”, diz Jeová, “e eu concluirei um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá”.’ . . . Ao dizer ‘um novo pacto’, tornou obsoleto o anterior.”
Veja também Heb. 9:1-3, 9, 10, 24.
Cristãos não precisam guardar o dia de sábado
Col. 2:16, 17 “Portanto, nenhum homem vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou com respeito a uma festividade ou à observância da lua nova ou dum sábado; pois estas coisas são sombra das coisas vindouras, mas a realidade pertence ao Cristo.”
Êxo. 31:16, 17 “Os filhos de Israel têm de guardar o sábado . . . É um sinal entre mim e os filhos de Israel.”
Veja também o tópico “Sábado”
Os cristãos, que não fazem parte do mundo, não participam em celebrar eventos da história política das nações
João 18:36 “Jesus respondeu: ‘Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.’”
João 15:19 “Se vós fizésseis parte do mundo, o mundo estaria afeiçoado ao que é seu. Agora, porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia.”
Tia. 4:4 “Adúlteras, não sabeis que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Portanto, todo aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”
Veja também o tópico “Neutralidade”
Os que ‘forjaram das suas espadas relhas de arado’ não participam em comemorações de guerras das nações
Isa. 2:4 “Terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra.” (Veja também Miq. 4:3.)
1 Cor. 2:12 “Ora, não recebemos o espírito do mundo, mas o espírito que é de Deus.”
Veja também o tópico “Guerra”
Adoradores de Jeová não participam em cerimônias que veneram a memória de homens de destaque
Êxo. 20:5 “Eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva.”
Rom. 1:25 “Estes, os que trocaram a verdade de Deus pela mentira, e veneraram e prestaram serviço sagrado antes à criação do que Àquele que criou que é bendito para sempre.”
Atos 12:21-23 “Em determinado dia, Herodes vestiu-se da roupa real e se assentou na cadeira de juiz, e começou a fazer-lhes um discurso público. O povo reunido, por sua vez, começou a gritar: ‘A voz de um deus e não de homem!’ O anjo de Jeová o golpeou instantaneamente, porque não deu a glória a Deus; e, comido de vermos, expirou.”
Veja também Atos 14:11-15; Rev. 22:8, 9.
Servos de Deus são conhecidos por não celebrarem aniversários natalícios; só pagãos faziam tais celebrações
“Orígenes [comentador bíblico do terceiro século E. C.] . . . insiste em que ‘dentre todas as pessoas santas, nas Escrituras, não se registra de nenhuma que celebrasse uma festa ou realizasse um grande banquete no dia do seu aniversário natalício. São apenas, os pecadores (tais como Faraó e Herodes) que realizam grandes festejos por causa do dia em que nasceram.’” — The Catholic Encyclopedia (New York; 1911), Vol. X, p. 709.
“De certo, somos informados de que os hebreus posteriores consideravam a celebração do dia natalício como parte da adoração idólatra, um conceito abundantemente confirmado pelo que observavam nas observâncias comuns associadas com estes dias.” — The Imperial Bible-Dictionary (London; 1874), editado por Patrick Fairbairn, Vol. I, p. 225.
Gên. 40:20 “Ora, o terceiro dia resultou ser aniversário natalício de Faraó, e ele passou a dar um banquete a todos os seus servos.”
Mat. 14:6-10 “Quando se celebrava o aniversário natalício de Herodes, dançou nesta ocasião a filha de Herodias, e ela agradou tanto a Herodes, que ele prometeu com juramento dar-lhe tudo o que pedisse. Ela disse então sob as instigações de sua mãe: ‘Dá-me aqui numa travessa a cabeça de João Batista.’ O rei, embora contristado, em respeito pelos seus juramentos e pelos que se recortavam com ele, ordenou que lhe fosse entregue; e mandou e fez que João fosse decapitado na prisão.” (Veja também Mar. 6:21.)
Reunir-se regularmente para o estudo da Palavra de Deus edifica, inspira fé
Heb. 10:25 “Não deixando de nos ajuntar, como é costume de alguns, mas encorajando-nos uns aos outros, e tanto mais quanto vedes chegar o dia.”
Atos 2:42 “Eles continuavam a devotar-se ao ensino dos apóstolos e a partilhar uns com os outros, a tomar refeições e a orações.”
“Somos uma sociedade com sentimento religioso em comum, unidade de disciplina, vínculo comum de esperança. Ajuntamo-nos em reuniões e congregação para nos chegar a Deus em oração. . . . Reunimo-nos para ler os livros de Deus. . . . De qualquer modo, é com estas palavras sagradas que alimentamos a nossa fé, elevamos a nossa esperança, reafirmamos a nossa confiança; e não é em menor grau que reforçamos nosso ensino por inculcarmos os preceitos de Deus. Além disso, há exortação em nossas reuniões.” — Apology, Tertuliano, converso ao cristianismo, por volta de 190 E.C., xxxix, 3, 4, traduzido do latim em “The Loeb Classical Library” (London; 1931), por T. R. Glover, p. 175.
“O relato . . ., feito por um escritor cristão que teve nomeada por volta dos meados do segundo século, é extremamente instrutivo. ‘No dia que se chama domingo’, diz Justino, o Mártir, ‘há uma reunião, em um só lugar, de todos os que moram quer na cidade, quer no campo; e lêem-se as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas, tanto quanto o tempo permite. Ao cessar a leitura, o presidente profere um discurso no qual ele faz uma aplicação e exorta à imitação destas coisas boas. Então nos levantamos todos juntos e oramos.’” — The Ancient Church (New York; 1859), William D. Killen, págs. 465, 466.
Congressos especiais, em que se considera a Palavra de Deus, instruem e unificam os assistentes, resultam em louvor para Jeová
Atos 2:1-4 “Então, estando em progresso o dia da festividade de Pentecostes, todos eles estavam juntos no mesmo lugar, e, repentinamente, ocorreu do céu um ruído, bem semelhante ao duma forte brisa impetuosa, e encheu toda a casa onde estavam sentados. . . . e todos eles ficaram cheios de espírito santo e principiaram a falar em línguas diferentes.”
Nee. 8:1-3, 7, 8 “Todo o povo passou a ajuntar-se como um só homem na praça pública . . . Disseram então a Esdras, o copista, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que Jeová ordenara a Israel. Por conseguinte, Esdras, o sacerdote, levou a lei perante a congregação de homens, bem como de mulheres e de todos os suficientemente inteligentes para escutar, no primeiro dia do sétimo mês. E ele continuou a lê-la em voz alta diante da praça pública . . . desde o amanhecer até o meio-dia diante dos homens, e das mulheres, e dos outros inteligentes; . . . os levitas, explicavam a lei ao povo, ao passo que o povo se mantinha de pé. E continuaram a ler alto no livro, na lei do verdadeiro Deus, fornecendo-se esclarecimento e dando-se o sentido dela; e continuaram a tornar a leitura compreensível.”
2 Crô. 5:1-3, 13; 6:3 “Estava terminada toda a obra que Salomão tinha de fazer para a casa de Jeová e Salomão começou a levar para dentro as coisas tornadas sagradas por Davi seu pai; . . . Foi então que Salomão passou a congregar os homens mais maduros de Israel e todos os cabeças das tribos, os maiorais das casas paternas dos filhos de Israel, em Jerusalém, para que fizessem a arca do pacto de Jeová subir da cidade de Davi, isto é Sião. De modo que todos os homens de Israel se congregaram ao rei na festividade . . . e sucedeu que, assim que os que tocavam as trombetas e os cantores eram como que um, fazendo um só som ser ouvido em louvor e em agradecimento a Jeová, e assim que elevaram o som com as trombetas, e com os címbalos, e com os instrumentos de canto, e com louvor a Jeová, . . . a própria casa se encheu duma nuvem, a própria casa de Jeová, . . . O rei voltou então a sua face e começou a abençoar toda a congregação de Israel, enquanto toda a congregação de Israel estava de pé.”
Veja também Deu. 31:9-13; Jos. 24:1-25.

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